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A CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, – a que mais cresce na Bahia e já é a número um no Estado -, realiza o seu III Congresso Nacional em São Paulo de 22 a 24 deste mês de agosto, reunindo, inclusive, inúmeros dirigentes sindicais de diversas categorias profissionais. Alguns diretores do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de Eunápolis, participam desse mega encontro que tem como foco a discussão ampla em torno dos grandes manifestos nacionais que marcam os dias atuais no Brasil. A informação é do presidente do Sindicato, Ailton Queiroz Lisboa (Tico), acrescentando que o Projeto de Lei (PL) 4330 que trata das terceirizações, também é alvo de fortes discussões e pressões por afetar de forma negativa a vida dos trabalhadores em geral.
O sindicalista, que também é secretário de política agrícola e agrária da FETAG-Federação dos Trabalhadores na Agricultura da Bahia e da CTB no estado, explica que “a maioria dos sindicatos das diversas categorias profissionais não é filiada a nenhuma das 16 centrais sindicais do País, mas, no entanto, a CTB já nasceu grande no território baiano ocupando o 2º lugar a princípio e logo tornou-se aqui a primeira em número de trabalhadores representados e em número de sindicatos filiados”.
Origem da CTB
Tico Lisboa esclarece que a origem da CTB está diretamente ligada a CSC (corrente sindical classista), uma aglutinação de sindicatos “que poderia por si só ter se tornado uma central, mas, objetivando ampliar-se fez aliança com outros agrupamentos sindicais dando origem à sigla CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, permitindo, assim, discutir de forma mais ampla as políticas sindical e a salarial”. A CSC já esteve dentro da CGT – Central Geral dos Trabalhadores e da CUT – Central Única dos Trabalhadores. “A CTB está firme na defesa da unicidade sindical, porque o divisionismo enfraquece as lideranças e as lutas dos trabalhadores”, conclui o dirigente.