.gif)
Além de servirem como reflexão sobre as funções dos objetos no ambiente urbano.
Do Site Call Prade
![]() |
As vaquinhas coloridas da Cow Parade deram lugar a uma nova onda de arte nas ruas, que está agitando a cidade de São Paulo: é a Call Parade, exposição de cúpulas de orelhões — os típicos telefones públicos brasileiros — adornadas por artistas.
Ação, que comemora o uso da marca Vivo nos orelhões da Telefônica, conta com um total de cem orelhões espalhados pela cidade, e com oito circuitos em lugares distintos, da Avenida Paulista à comunidade do Paraisópolis.
![]() |
![]() |
![]() |
Os transeuntes poderão apreciar desde trabalhos de artistas consagrados, como Claudio Tozzi, até os de talentos mais jovens, como Quim Alcantara e Daniel Fontoura.
Dez das obras extrapolam as cúpulas dos orelhões. É o caso do colorido Vivo Conectado, de Juarez Fagundez, que já tornou-se sucesso entre os paulistanos que passam na Avenida Paulista e foi fotografado por nossa leitora Patrícia (@gt_patricia):
![]() |
![]() |
![]() |
Enquanto alguns artistas exploraram o formato peculiar dos orelhões e sua característica de dentro-fora, outros trabalharam com releituras de sua função.
Esse é o caso de Calendário Lunar, criado por Alan Chu (filho de Chu Ming, idealizadora do orelhão). O orelhão, todo pintado em preto fosco, poderia inicialmente passar despercebido. Com um olhar mais atento, porém, é possível notar que ele teve sua sombra do meio-dia pintada no chão, fazendo da obra um verdadeiro relógio do sol.
Matéria enviada pelo nosso correspondente de Sampa
![]() |
![]() |
![]() |