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ITABELA - O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) realizaram nesta terça-feira (17) uma série de protestos pela Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária, também conhecida por “Abril Vermelho”, para cobrar o assentamento de mais famílias sem terra e a punição dos responsáveis pela morte de 21 trabalhadores rurais assassinados em Eldorado dos Carajás, no Pará, em 1996.
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Integrantes do movimento organizaram ações em quase todos os estados brasileiros. Eles fizeram ocupações de terra, ocupações de sedes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e protestos em prédios públicos, além da ocupação de estradas e criação de acampamentos nas cidades, segundo o MST.
A BR-101 no município de Itabela também foi interditada no km 763, em frente ao acamamento Margarida Alves. Cerca de 500 integrantes do movimento pararam a rodovia às 8h e liberaram 21 minutos após. O ato reivindica ações do governo de melhorias nos assentamentos, além da posse imediata das 2.000 famílias acampadas no município.
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A coordenadora regional Vilma Mesquita disse ao site GIRO DE NOTÍCIAS que os 21 minutos de paralisação foi para lembrar a passagem dos 16 anos do episódio em Eldorado dos Carajás. A coordenadora falou também sobre a lentidão nos processos de desapropriação e a falta de recursos por parte do governo com o movimento. “Não se combate a miséria sem resolver a questão fundiária”, afirmou à coordenadora.
Vilma Mesquita Acrescentou que o desempenho do governo em 2011 foi o pior dos últimos 16 anos em termos de assentamento. Segundo Vilma, 180 mil famílias estão acampadas em todo o País, aguardando terras para trabalhar.
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Algumas há mais de 10 anos. O MST reclama principalmente do contingenciamento de 70% dos recursos de custeio do INCRA, o que teria prejudicado substancialmente as metas de assentamento de 2012.