
A discussão na sessão de ontem (31/10), do Projeto de Lei que propõe a criação do Serviço de Transporte Alternativo de Passageiros na cidade de Eunápolis, levou as entidades representativas do segmento de transporte e a Câmara Municipal a abordarem outra discussão: a reorganização de todo o sistema de transporte coletivo e individual de passageiros na cidade.
De forma unânime, os presidentes das associações dos Taxistas (ATE) e dos Moto taxistas de Eunápolis (AME); o representante da empresa Eunapolitana, que explora o transporte coletivo na cidade; além do vereador Claudionor Nunes, em pronunciamentos na Tribuna, afirmaram que o atual sistema de transporte público em Eunápolis está falido. Devido principalmente ao número de prestadores de serviço que está acima do que seria economicamente viável, e todas as concessionárias do setor estarem atuando na ilegalidade ou sem atender a regulamentação do município. Pode parecer até estranho, mas, tanto a empresa Eunapolitana, quanto os taxistas estão atuando de forma irregular; o Moto táxi está inchado de moto taxistas irregulares, além de não atender às exigências da regulamentação; e o denominado Transporte Alternativo vive na ilegalidade.
Dessa forma, esses representantes de entidades que atuam no transporte de passageiros na cidade entendem que uma discussão ampla sobre o transporte público é mais importante do que a simples votação do projeto de lei em tramitação na casa legislativa.
Já o representante dos motoristas que reivindicam a criação do Transporte Alternativo, o radialista Paulo Barbosa, fez uso da Tribuna Legislativa defendendo apenas a aprovação do projeto de lei.
Na área de trabalho do computador da Câmara há uma pasta com as fotos.
Fonte/Autor: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Eunápolis