
Antônio Domingos Reis (63) denunciou à Imprensa, no dia de hoje, uma arbitrariedade de que teria sido vitima hoje, na cidade de Eunápolis, praticada pelos policiais: Taurino e Ariosmar.
Segundo Antônio, tudo começou após ele deixar sua sogra, Carmelita Oliveira e uma cunhada Ivonete Oliveira, no ponto de ônibus da antiga Passarela, saída para a cidade de Itagimirim e retornava para o centro da cidade. Quando passava na via paralela à BR 101, em frente ao Bar 101, foi abordado pelos policiais militares depois identificados como Taurino e Ariosmar. Depois de apresentar os seus documentos que foram solicitados pelos PMs e que foram retidos, Antônio foi acusado de estar fazendo “Transporte Alternativo”, razão pela qual teve que sair do local escoltado pelos dois policiais que utilizavam duas motos. Além da acusação descabida, os policiais não tiveram o cuidado de pelo menos saber quem eram as pessoas que haviam deixado o veiculo de Antônio, um Uno Mile. Portanto sem terem nenhuma prova para fazerem a acusação. “Nunca na minha vida passei um constrangimento assim. Nem aqui, nem em nenhuma outra cidade”, queixou-se Antônio, enquanto se formava uma pequena aglomeração em torno do grupo. Assim, escoltado pelos policiais, Antônio foi levado até a Ciretran.
Segundo informação prestada à nossa reportagem pelo policial rodoviário federal Almeida, nas margens das BRs há uma faixa de domínio de 40 metros. Assim, a ação dos policiais pode ser considerada arbitrária, uma vez que nesta área de domínio só é permitida a ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na sexta-feira passada, dia 31, um grupo de motoristas autônomos esteve na Câmara Municipal, em audiência com o presidente da casa legislativa, Vasco Queiroz, quando acusaram o policial Taurino de estar fazendo apreensão de veículos arbitrária, na mesma área onde abordaram Antônio Reis, alegando também estarem os mesmos fazendo transporte alternativo.
Fonte/Autor: Teoney Guerra