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Sul e isso se os prazos, já prorrogados várias vezes, se concretizarem. Se tudo andar como esperam, a ferrovia passará mais de um ano sem utilidade alguma, já que foi criada justamente para levar produtos do oeste para o Porto Sul, que ainda nem saiu do papel.
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O secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, afirmou que uma das prioridades do governo estadual é a conclusão da Ferrovia de Integração Oeste Leste, que vai ligar oo Porto Sul, em Ilhéus, ao estado de Tocantins.
O secretário, que na quarta-feira participou de audiência na Assembleia Legislativa da Bahia, afirmou que possivelmente o projeto sofrerá modificações. A Fiol foi pensada para seguir da Bahia até Figueirópolis, no Tocantins.
Mas ela pode ter o trajeto ajustado para fazer ligação com a Ferrovia Norte Sul, em Campinorte, Goiás. O andamento das obras também foi tratado no encontro com os deputados estaduais. Os lotes 1 a 4 da ferrovia tem previsão de ser concluídos no segundo semestre de 2016.
Só em 2017
Os demais seguem em andamento com previsão de entrega para 2017. Já foram investidos R$ 2,2 bilhões na ferrovia. Se ela já está vários anos atrasada, o Porto Sul sequer saiu do papel. O secretário reafirmou a “confiança” e destacou a inclusão de novas tecnologias, que implicam em alterações.
Bruno Dauster disse que até 2018 o Porto Sul estará funcionando. Isso significa que a ferrovia ficará pronta um ano antes, sem ter para onde levar o que vier do Tocantins e do oeste. O porto é justamente o motivo da ferrovia existir.
Além disso, se houve alteração do projeto, o Ministério Público Federal, que é visceralmente contra a obra desde o início, vai pedir de novo dezenas de audiências públicas para “re-debater” o projeto. 2018 parece, então, uma data inviável.