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Por: Teoney Guerra
A criança Gabrielly Andrade nasceu com mais de nove meses – em 15 de maio de 2004 – em Eunápolis, e no primeiro momento, aparentava ser uma criança com boa saúde. Porém, com o passar dos meses, os familiares foram observando que ela era uma criança diferente: não engatinhou na idade adequada, não começou a andar, tudo nela estava se desenvolvendo com um atraso muito grande.
Examinada por diversos médicos teve diagnósticos diferentes em Eunápolis e Itabuna. Assim, os familiares a levaram para Salvador, onde foi internada no hospital Sarah Kubistchek, tendo sido diagnosticada, num exame de ressonância magnética, a doença “Síndrome de Leigh”.
O tratamento de reabilitação foi iniciado e algumas funções do corpo foram sendo estimuladas. Porém, com o tempo, foi sendo verificada uma regressão. A menina foi então transferida para um centro de reabilitação em Teixeira de Freitas, porém, não houve resultados satisfatórios.
Depois, Gabrielly foi levada para a Associação de Assistência a Criança Deficiente (AACD), em São Paulo, porém, o inesperado aconteceu: ela piorou. Entrou em depressão: não comia, tinha crises fortes de convulsão que até o momento não se sabia que eram convulsões, e após um mês depois, contra a vontade da família, a garota foi trazida de volta para Eunápolis.
Foi atendida no Pronto Atendimento Unimed e depois, internada no Hospital José Ramos Oliveira. Estava desidratada, desnutrida e com pneumonia. A partir daí, a cada dia surgia um problema diferente e todos achavam que ela não iria sobreviver. Depois de muitos altos e baixos, cinco meses depois, Gabrielly teve alta; agora, internada em um hospital do Espírito Santo, passa por novos tratamentos.
A garota precisa de uma cadeira de rodas especial para ter uma qualidade de vida melhor, uma vez que a doença é degenerativa e não tem cura. Para isso, a família iniciou há alguns dias, uma campanha, que já teve a adesão do programa Rádio Show, do radialista Paulo Henrique, na Rádio Ativa FM.
Algumas pessoas já contribuíram, porém, o dinheiro não foi suficiente para adquirir a cadeira.
Assim, quem puder contribuir pode fazê-lo através dos telefones: 8121-8346, falar com Fátima, ou pelo 8172-5544, falar com Pretinha.