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O encontro foi coordenado pelo secretário estadual da saúde, Fabio Vilas-Boas, que destacou a importância do empenho coletivo para proteger a Bahia da doença. "Seguindo a orientação do Ministério da Saúde, o Governo do Estado está trabalhando com todos os municípios que já tinham recomendação histórica de vacinação. Por uma conclusão nossa, do risco aumentado que há devido ao fluxo migratório nessa época do ano, inclusive de mineiros, nós solicitamos autorização para que fosse feita uma extensão dessa vacinação para os municípios do extremo sul. É fundamental se criar um cinturão de proteção vacinal", afirma Vilas-Boas.
Em 2017, até 23 de janeiro, foram notificados sete casos suspeitos de febre amarela em três municípios da Bahia - dois em Teixeira de Freitas, quatro em Coribe e um em Itiúba. Das notificações, seis estão em investigação e uma foi descartada por exame laboratorial. Outros dois casos investigados são considerados 'importados', pois o local da provável infecção dos pacientes é Minas Gerais, como aconteceu com um paciente que trabalhava em Minas e foi a óbito na cidade baiana de Cândido Sales.
Para o prefeito de Teixeira de Freitas, Timóteo Brito, a vacinação é a principal forma de evitar que a doença chegue ao estado. “Nós estamos na fronteira com dois estados onde a febre amarela já vem atacando e com casos de morte, como é o caso de Minas Gerais. Por isso, todo o cuidado é pouco. Nesse encontro, nós pedimos providências para fortalecer a vacinação em toda a região”.
“Nós estamos em vigilância por conta da situação epidemiológica da doença em todo o país, mas as pessoas não precisam ficar preocupadas. Nós não estamos em situação de surto e não temos nenhum caso confirmado de febre amarela. O cuidado que devemos ter e que todos já conhecem é com o aedes aegypti, para não termos a forma urbana da doença”, explica a diretora. Secom - Secretaria de Comunicação Social - Governo da Bahia
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