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Nesta sexta-feira, (20/06), o estuprador de uma bebê de 7 meses, o pedreiro Cosme Souza Brito, 48 anos de idade, cometeu suicídio nas dependências da delegacia de Itamaraju. Relembrando, o crime cometido por Cosme Brito, é o de estupro sem chance de defesa de uma bebê de 7 meses de idade. O Crime chocou a população de Itamaraju e região.
Em entrevista, o Delegado Júlio Telles, da comarca de Itamaraju, falou sobre o estupro com detalhes do depoimento do indivíduo hora morto, “eu não posso afirmar na área de medicina legal, psiquiatria, que este indivíduo foi um psicopata. O que percebemos, é que o mesmo não tinha um histórico de violência contra crianças, ele aproveita-se de um momento, que ele justificou está embriagado, e foi cometer este ato bárbaro de satisfação própria. E sei lá o que se passa na cabeça de uma pessoa dessas; durante o interrogatório ele confessou que introduziu o dedo na genitália do neném, não confirmou a prática de ato sexual com o pênis; mas o exame médico constatou que o que causou as lesões no neném, não foram os dedos dele e sim o pênis mediante a um ato se
xual intenso”.
O Delegado ainda falou sobre a frieza ao qual o indivíduo falava durante o interrogatório, se preocupando apenas com o quando ele iria sair da cadeia, “ele não demonstrou em momento algum, alguma preocupação com a criança estuprada por ele, e sim com o tempo que ele ficaria preso. Em um momento, depois de questionado, o indivíduo disse não se recordar se o neném estava vestido ou se estava sem roupa, e quando eu apresentei a roupa que a neném vestia que estava toda ensangüentada, ele reconheceu que a menina tava vestida, e assim ele retirou a roupa do bebê e cometeu o estupro. Ele não perguntou em nenhum momento: ‘como é que a criança está? ’, não demonstrou nenhuma preocupação com a criança” continuou Dr. Júlio Telles.
De acordo com informações passadas pelo delegado Telles, os internos da unidade prisional de Itamaraju, estavam revoltados com a presença do meliante, então o mesmo, foi removido para uma sela individual, onde, cometeu o suicídio. Dr. Júlio Telles conta o fato foi ocorrido de acordo com a sua observação não pericial, “ele resolveu o problema dele de uma forma muito fácil, faltou seriedade por parte dele e encarar a atitude tomada por ele como homem, infelizmente, ele preferiu o caminho mais curto, pois, nós queríamos que ele ficasse atrás das grades pagando pelo crime bárbaro que cometeu. Bem pela madrugada, o mesmo amarrou um lençol no ferro de ventilação da sela e se enforcou” concluiu Dr. Júlio Telles.

O delegado Telles deixou bem claro que esta morte não foi vingança de nenhum servidor da delegacia, ou de algum interno, por isso, a vinda da polícia técnica, perícia, e assim deixar bem claro que o mesmo cometeu mesmo suicídio.
Ainda de acordo com o delegado Telles, o bebê passa bem e está sobre acompanhamento rigoroso para que haja uma recuperação física com mais precisão e rapidez.
O fato lamentável é a polícia não ter permitido a entrada da impressa no local, impedindo assim o trabalho da impressa de levar as imagens do local do ato para a sociedade, segundo informou o delegado titular de Itamaraju Dr. Júlio Telles a proibição veio da delegada da Depin de Salvador Dra. Kátia Brasil.
Por Helcio Beuclair
Fotos: João Pereira - Sulbahia News.com