A assessoria jurídica do prefeito de itabela, Júnior Dapé, em razão dos últimos acontecimentos, vem a público esclarecer a sucessão de fatos, bem como tranqüilizar todos os cidadãos sobre os recursos públicos do município.
Muito embora, toda a imprensa divulgo que a operação da polícia federal se refere ao fundo de participação dos municípios e ao INSS, deve-se, de logo, ficar claro que o município de itabela está com suas contas em dia, não havendo a necessidade de se ajuizar ação com o propósito de se revisar o repasse de fpm, e, no caso, do INSS. Não há a necessidade visto que o município está vinculado à capremi, sendo assim, não a qualquer liame do município com os objetivos da investigação policial.
Ocorre que, por obra do destino e por ser prefeito de um município do Extremo Sul da Bahia, o prefeito Júnior Dapé, fora procurado por um dos investigados da operação que lhe ofereceu serviço de advocacia através da análise da situação do município, sem qualquer compromisso, o que não se sabe se fora realizado ou não.
Todavia, devido ao contato realizado com o investigado, o prefeito Júnior Dapé acabou tendo o seu nome incluído nas investigações, sendo então determinada a sua presença nas investigações para saber quais as promessas e o que mais o investigado havia descrito.
Neste sentido, é que deve ficar bem claro que o prefeito Júnior Dapé não contratou nenhum serviço de advocacia de nenhum dos envolvido na investigação, a única coisa que aconteceu foi um contato telefônico.
Ainda a assessoria jurídica do prefeito de itabela afirma que, o prefeito Júnior Dapé permanece no cargo normalmente e que por essa decisão judicial não foi e nem vai ser afastado do cargo de prefeito, portanto Júnior Dapé permanecerá no exercício do seu mandato.
Por: assessoria jurídica do prefeito.
Matéria extraída do Sulbahia News.com