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}p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: "Times New Roman"; }div.Section1 { page: Section1; } Por: Teoney Guerra
Apesar de 2010 ter iniciado registrando baixa pluviosidade - apenas 12,2 mm de chuvas em janeiro, de acordo com o serviço de medição de chuvas da Comissão Executiva Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC) – e, ao longo do ano, serem registradas grandes oscilações para baixo, ou seja, com déficit de chuvas, 2010 deve registrar um índice pluviométrico bom, com mais de 1.200 milímetros. Dentro da média.
Entretanto, isso não significa que o ano tenha sido bom para a agricultura.
A falta de chuvas em janeiro contribuiu para uma quebra de safra em torno de 15% na cafeicultura - antes, em novembro e dezembro de 2009, a estiagem já havia comprometido a produtividade. E nos meses de agosto e setembro, a baixa pluviosidade - apenas 28,7 mm em agosto e 51,5 mm em setembro -, trouxe prejuízos para os produtores de mamão, fazendo o preço pago ao produtor despencar de R$ 0,70 em meados de julho, para R$ 0,05 no início de outubro.
Nas demais atividades, essa oscilação não teve grande influência. Somente a preocupação em técnicos ligados à atividade rural, e empresários da agricultura e pecuária. No comércio, da mesma forma, não houve praticamente nenhuma influência, a não ser um aumento pouco significativo para o setor, nas vendas de ventiladores, aparelhos de ar condicionado, água, sorvetes e picolés.
Dessa forma, o que esperam os produtores rurais, é que dezembro seja um mês bom de chuvas – que perdure por todo o ano que vem -, para que as colheitas, especialmente de café e mamão, sejam boas e eles possam recuperar os prejuízos contabilizados este ano.