Chapada Diamantina reserva muitas aventuras

Por: Diário de Mogi/SP
12/11/2013 - 16:11:11

Aventura e belas paisagens é o que não faltam na Chapada Diamantina, na Bahia. A região conta com 57 municípios e atrai turistas de todo o mundo. Entre os programas que não podem ficar de fora do roteiro estão visitações às grutas, cavernas, rios, cachoeiras, morros e trilhas.

Saída da cidade de Piatã onde se produz os quatro melhores cafés do Brasil a uma altitude de 1200 metros

É na Chapada que também se encontram os pontos mais altos da Bahia, o Pico dos Barbados com mais de dois mil metros, o Pico do Itobira e o das Almas que também têm quase a mesma altitude. A vegetação que exibe cactos da caatinga, espécies de bromélias e orquídeas, ainda é uma atração a parte.

Com uma das maiores concentrações de cavernas do mundo - mais de 100 -  a Chapada oferece muita história. Isso porque nas paredes estão pinturas rupestres, com figuras de animais, mãos, flechas, sol e desenhos geométricos. Arqueólogos acreditam que esses desenhos tenham sido feitos  a cerca de 5 a 10 mil anos atrás.

Para chegar a Chapada, Lençóis é a principal porta de entrada. Localizada a mais 400 Km de Salvador, conta com aeroporto e infraestrutura preparada para receber turistas com hotéis, pousadas e restaurantes.

Por lá o visitante pode conhecer  a Cachoeira do Buracão, o Morro do Pai Inácio, o Poço Encantado, e a gruta da Lapa Doce. Os passeios podem ser feitos à pé, ma há opção de trilhas de mountain bike.

Ainda nos arredores de Lençóis, na Serra das Paridas, o visitante pode percorrer um extenso corredor de pinturas rupestres. Nos paredões há diversas figuras coloridas de mamíferos, peixes, pássaros, mulheres, entre outros.

Pico das Almas visto da estrada acima da comunidade rural do Mato Grosso distrito de Rio de Contas

Na vizinhança

Mucugê, muito próxima a Lençóis, a atração é contemplar o céu, à noite. Incentivado por empresários locais, o “turismo pedagógico” oferece aulas de astronomia a mais de 1 mil metros de altitude. Consiste em um planetário natural, recortado pela imensidão das serras.

A cidade conta ainda com o Museu Vivo do Garimpo e o Projeto Sempre Viva, de pesquisa e preservação da flora nativa e principalmente da Sempre Viva Syngonathus Mucugensis que quase foi extinta devido a comercialização como flores ornamentais.

Matéria extraída do O Diário de Mogi

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