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Aventura e belas paisagens é o que não faltam na Chapada Diamantina, na Bahia. A região conta com 57 municípios e atrai turistas de todo o mundo. Entre os programas que não podem ficar de fora do roteiro estão visitações às grutas, cavernas, rios, cachoeiras, morros e trilhas.
É na Chapada que também se encontram os pontos mais altos da Bahia, o Pico dos Barbados com mais de dois mil metros, o Pico do Itobira e o das Almas que também têm quase a mesma altitude. A vegetação que exibe cactos da caatinga, espécies de bromélias e orquídeas, ainda é uma atração a parte.
Com uma das maiores concentrações de cavernas do mundo - mais de 100 - a Chapada oferece muita história. Isso porque nas paredes estão pinturas rupestres, com figuras de animais, mãos, flechas, sol e desenhos geométricos. Arqueólogos acreditam que esses desenhos tenham sido feitos a cerca de 5 a 10 mil anos atrás.
Para chegar a Chapada, Lençóis é a principal porta de entrada. Localizada a mais 400 Km de Salvador, conta com aeroporto e infraestrutura preparada para receber turistas com hotéis, pousadas e restaurantes.
Por lá o visitante pode conhecer a Cachoeira do Buracão, o Morro do Pai Inácio, o Poço Encantado, e a gruta da Lapa Doce. Os passeios podem ser feitos à pé, ma há opção de trilhas de mountain bike.
Ainda nos arredores de Lençóis, na Serra das Paridas, o visitante pode percorrer um extenso corredor de pinturas rupestres. Nos paredões há diversas figuras coloridas de mamíferos, peixes, pássaros, mulheres, entre outros.
Na vizinhança
Mucugê, muito próxima a Lençóis, a atração é contemplar o céu, à noite. Incentivado por empresários locais, o “turismo pedagógico” oferece aulas de astronomia a mais de 1 mil metros de altitude. Consiste em um planetário natural, recortado pela imensidão das serras.
A cidade conta ainda com o Museu Vivo do Garimpo e o Projeto Sempre Viva, de pesquisa e preservação da flora nativa e principalmente da Sempre Viva Syngonathus Mucugensis que quase foi extinta devido a comercialização como flores ornamentais.
Matéria extraída do O Diário de Mogi