
Em ilustração, Nasa mostra asteroide passando próximo à Terra, porém sem riscos de colisão com o planeta.(VEJA.com/Divulgação) |
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Em comunicado, a agência espacial americana afirmou que a influência gravitacional da "Grande Abóbora", que se movimenta a 35 quilômetros por segundo, não terá efeito detectável na Terra. Em outras palavras, não oferece perigo algum, seja de colisão ou distúrbios nas marés terrestres e placas tectônicas.
Para os astrônomos, contudo, ele será uma excelente oportunidade de estudos - outro objeto tão grande assim só passará tão perto da Terra em 2027. Os pesquisadores pretender fazer imagens e medições para analisar sua superfície, massa e densidade.
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Monitoramento - Apesar de a maioria dos objetos não oferecerem riscos à humanidade, ocasionalmente, somos surpreendidos por rochas cuja desintegração pode causar danos. Por isso, os astrônomos destacam que é preciso monitorar todos os tipos de objetos espaciais. No Hemisfério Sul, esse serviço é feito pelo Sonear (sigla para Southern Observatory for Near Earth Asteroids Research), um observatório particular perto de Oliveira, cidade a 120 quilômetros de Belo Horizonte e composto por três astrônomos amadores.
Além de constantes monitoramentos, astrônomos do Centro de Coordenação de Objetos Próximos à Terra da ESA (NEOCC), categorizam esses objetos em uma lista, especificando se oferecem muito ou pouco sinal de perigo. Atualmente, esse índice possui 524 nomes.
Confira outros quatro objetos que chegarão muito perto do planeta no futuro: