
As 830 cisternas destruídas por um incêndio em Maracás, no sudoeste do estado, no último fim de semana, serão substituídas pelo governo federal. A reposição dos equipamentos foi confirmada na tarde desta segunda-feira (15) durante reunião entre o diretor da Companhia Estadual de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), José Vivaldo Mendonça, e o prefeito do município, Paulo dos Anjos, na sede da companhia, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.
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Cerca de mil cisternas estavam armazenadas em um terreno da prefeitura de Maracás e prontas para a instalação, quando foram atingidas pelas chamas. De acordo com Mendonça, a substituição será imediata - só depende da liberação do terreno pela perícia técnica -, e não deve prejudicar o cronograma de instalação dos equipamentos, adquiridos por meio do Ministério da Integração e sob a responsabilidade da CAR.
As causas do incêndio estão sendo investigadas pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) e pela Polícia Federal. O prefeito aguarda as apurações. “Esses equipamentos serão muito importantes para o combate e convivência do sertanejo com a seca”.
Produzidas em polietileno, as cisternas possuem capacidade para 15 mil litros de água e servem para amenizar os efeitos da seca. A CAR prevê a instalação de 12 mil cisternas no semiárido baiano, com recursos do Ministério da Integração. No total, 46 mil devem ser instaladas em 46 municípios do estado até o início de 2014.
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