
Especialistas apontam as técnicas de phishing como algo cada vez mais comum no ambiente virtual
As ameaças virtuais são uma realidade no mundo digital, e grande parte delas pode ser classificada como phishing, do verbo inglês "to fish", que em português significa pescar. A tradução já sugere; o hacker pesca dados e informações pessoais por meio de mensagens falsas, geralmente enviadas por email ou sites parecidos com os oficiais.
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Os usuários de internet banking são alvos em potencial para esses cibercriminosos, que usam de truques tecnológicos para esvaziar contas bancárias, infectando computadores e até mesmo induzindo usuários de forma inconsciente a esquemas de lavagem de dinheiro.
De acordo com dados da Akamai Securities, empresa norte-americana que monitora em tempo real países que estão gerando maior números de hackers, no ano de 2012 o número de ataques digitais pelo mundo cresceu em 2000%. A pesquisa aponta a terceira posição para o Brasil, com 6%, que fica atrás de dos EUA, em segundo com 9%, seguindo a liderança de China, com 41%. O estudo ainda revela que no último ano o Brasil se manteve entre os oito países que mais registraram ataques no mundo digital, sendo os bancos e sites de e-commerce os maiores alvos dessas ações.
Para não cair nessas armadilhas, o internauta deve estar atento, sobretudo, prevenido contra esses ataques de phishing utilizando ferramentas de filtro que barrem as ameaças. Por outro lado, as instituições bancárias investem em softwares e equipamentos que tornem as ações no internet banking mais seguras. De acordo com o presidente da Associação Brasileiro de Segurança da Informação, os bancos investem alto para evitar fraudes, porém o hábito de resguardar dados não é muito disseminado entre os brasileiros, sendo uma grande falha também. "Metade das pessoas que acessam internet desconhecem as medidas de segurança". Detalha.