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Por: Teoney Guerra
Em vigor no município de Eunápolis deste o dia 18 de outubro do ano passado, a denominada “lei do celular”, que proíbe lei o uso de telefones celulares e aparelhos de transmissão nos interiores das agências bancárias do município não está sendo cumprida com o rigor necessário.
O roubo que ocorreu na cidade na terça-feira passada, que teve as característica de uma “saidinha bancária”, levou a nossa reportagem a percorrer as agências da cidade, para verificar como está o cumprimento da “lei do celular”. E a conclusão é de que a lei não está sendo cumprida como deveria, uma vez que há gente falando ao celular utilizando os fones de ouvido.
A primeira falha diz respeito à má informação da lei aos clientes e usuários dos serviços bancários, que é feita com a fixação de pequenos avisos impressos em papel ofício, em preto e branco, que não chamam a atenção sobre a proibição. Porém, na agência do HSBC, a reportagem não encontrou nenhum aviso.
Durante a estada nas agências, que foi em torno de 15 a 20 minutos em cada, em duas visitas, a reportagem flagrou três pessoas usando o telefone celular com o uso do fone de ouvido – o aparelho fica no bolso. É o velho “jeitinho” brasileiro de burlar as leis.
Uma vez, foi no Banco do Brasil. Porém, atento, um dos vigilantes, coibiu o uso do celular.
As duas outras vezes ocorreram no Bradesco, onde, segundo as informações, o homem que foi vítima do assalto no início desta semana, teria sacado os R$ 8 mil que lhe foram roubados. As duas pessoas falaram o quanto quiseram, sem serem importunadas.
Na área de autoatendimento do banco não há nenhum aviso sobre a proibição do uso do celular, e a reportagem não encontrou nenhum segurança que fiscalizasse o uso indevido do aparelho. Abordado pela reportagem, o homem se negou a falar, e a mulher saiu apressada, ao sentir a nossa aproximação.