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Por: Nádia Bochi - Mais Você
Neste feriado de 02 de novembro, o Mais Você levou os telespectadores a visitar um lugar da região Nordeste que é pouco conhecido: o litoral leste do Maranhão. O quadro “Tem Visita” desbravou as terras de Cururupu, mostrando as belezas e singularidades do lugar. Na casa, Ana Maria Braga recebeu a repórter Nádia Bochi, que contou todas as histórias misteriosas que envolvem a pequena cidade, de 34 mil habitantes.
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Veja os bastidores da viagem no blog do 'Tem Visita'
“Para chegar nessa ilha, a Nádia levou quase o mesmo tempo que nós levamos para chegar ao Japão, no outro lado do mundo. Ela levou 22 horas para viajar 2500 quilômetros, e nós, 24 horas para viajar 21.868 quilômetros”, comparou Ana Maria. “É longe, o lugar mais distante que o Tem Visita viajou até hoje”, destacou a repórter.
Na matéria, Nádia contou quais as especulações acerca da origem do nome da cidade. “Existem duas teorias: uma diz que Cururupu vem do tupinambá, uma mistura de cururu que quer dizer sapo mesmo, com "pu" que é cantar. A outra diz que Cururu era o apelido do cacique cabelo de velha que foi morto com um tiro. Como os índios não tinham uma palavra pra dar nome à arma, o índio que testemunhou o acontecimento chegou na tribo dizendo: ‘cururu - pu!’, imitando o barulho do tiro. Faz todo sentido, faz não? Aliás essa é a versão mais aceita na cidade”, explicou ela.
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Como de costume, a equipe de reportagem do programa passou a noite em um local pouco comum. “Como a gente gosta mesmo é de uma aventura, nós decidimos dormir na ilha dos lençóis, a misteriosa ilha dos lençóis”, enfatizou a repórter. Os aventureiros foram ao local acompanhados por seu Valdeci, um morador do local.
Nádia descobriu que Valdeci morou muitos anos em São Luís, capital do estado, pois tinha negócios por lá, e uma vida confortável que ele abandonou pra voltar a viver na ilha onde nasceu. “Eu estou marcado para morrer. Estou com leucemia há 6 anos. Tenho mutação celular. Tomei todos os remédios e não fez efeito, quase me mataram. Quando eu vim pra ilha eu comecei fazer poesia, fazer música, amar mais as pessoas e eu senti que eu melhorei”, ressaltou o morador, evidenciando sua linda história de recuperação.
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Ao chegar na ilha, a equipe teve que percorrer oitocentos metros até chegar na casa de seu Valdeci. “Foram os mais difíceis de todo o Tem Visita”, ressaltou Nádia, mostrando as adversidades enfrentadas por eles no trajeto. Alguns câmeras chegaram a afundar na areia. Ao chegar na casa, seu Valdeci preparou um jantar para os aventureiros, e mostrou como é simples a sua vida. Ele até entoou algumas músicas com o seu violão. Logo que amanheceu, a equipe conheceu as belezas das ilhas dos lençóis.
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