
“Vamos construir uma ponte em nós. Vamos construir, pra ligar seu coração ao meu, com o amor que existe em nós.”
Ao som desses versos e carinhosamente acolhidos por crianças, os conferencista iniciaram o segundo dia da III Conferencia Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente que tem como tema: CONSTRUIDO DIRETRIZES DA POLITIA DECENAL. Com abertura solene na noite de quarta-feira, 29, no auditório da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), a conferência recebeu autoridades municipais, judiciárias e militares, instituições sociais, alunos adolescentes de escolas públicas e privadas.
A conferência atende às instruções do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – CONANDA - e tem como tarefa a elaboração de diretrizes da Política Nacional de Promoção, Proteção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, que deverão elaborar um Plano Decenal da Política de Atendimento aos Direitos da Criança e do Adolescente.
Nesse sentido, o Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente – CDMCA- e Secretaria de Assistência Social de Eunápolis se uniram para serem defensores e multiplicadores em defesa da criança e do adolescente, deliberando diretrizes na política nacional e Plano Decenal para que não haja interrupção nas ações com relação ao direito da criança e do adolescente.
Durante toda esta quinta-feira, 30, forão feitos ciclos de palestras com temas pautados nas necessidades e realidade da criança e do adolescente. A conferência vai eleger 13 delegados que irão levar as propostas que foram discutidas com o publico dentro do eixo temático de palestras para a Conferência Territorial, depois para Estadual. “O plano decenal é para construirmos políticas publicas eficientes e duradouras.” Declarou Antonio Domingos Reis, presidente do conselho.
São inúmeras as ações que violam direito da criança e adolescente. Quando a sociedade se propõe a reavaliar e discutir essas violências, estabelecendo metas e estratégias em defesa de uma melhor qualidade de vida dos pequeno e jovens; registra um marco e torna-se referencia no respeito do direito. Assumindo, de fato, o papel sociedade organizada.
Por: Clicia Marinho