Escritor Athylla Borborema é homenageado em Brasília com a Medalha Comemorativa do Bicentenário da Independência

Por: Por: Redação
13/09/2022 - 20:10:31

Marcada pelo espírito acadêmico e pela emoção de todos os participantes, a solenidade comemorativa alusiva ao bicentenário da Independência do Brasil, em Brasília, na noite desta sexta-feira (09/09), reuniu autoridades civis e militares, escritores, jornalistas, pensadores, poetas e personalidades do mundo cultural e da história. O evento foi promovido pela FEBACLA – Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes e pela Secretaria Especial da Cultura do Brasil, com apoio do MRE - Ministério das Relações Exteriores do Brasil e da CONAF - Confederação Nacional da Agricultura Familiar do Brasil.

O evento realizou-se para celebrar os 200 anos da Independência do Brasil e os 100 anos da 1ª Semana de Arte Moderna de São Paulo e o objetivo foi homenagear 200 brasileiros envolvidos com a literatura e com a história, que tenham se destacado por suas ações meritórias, reconhecidas como abnegadas e de inestimável valor, aqueles que lutam pela defesa da Pátria e por um Brasil promissor. As referidas homenagens foram concedidas a personalidades civis e militares de todo o país. O escritor e jornalista Athylla Borborema, atual presidente da ATL – Academia Teixeirense de Letras, foi um dos homenageados com seis prêmios de reconhecimento, outorgados por seu País.

Athylla Borborema recebeu a Medalha Comemorativa Alusiva ao Bicentenário da Independência do Brasil; homenageado com o Prato Dourado, troféu alusivo ao bicentenário da Independência do Brasil e ainda foi outorgado com a Comenda Brava Gente Brasileira – Homenagem ao Povo Brasileiro, também em tributo aos 200 anos da Independência do Brasil. “A ocasião foi inesquecível e deslumbrante. Ser agraciado com homenagens tão importantes por reconhecimento a nossa literatura, é simplesmente um momento fantástico. O jornalista é um operador da notícia, o escritor é um sonhador das palavras e quando publicamos um livro, é um filho que nasce e nunca sabemos que destino ele vai tomar, mas, além disso, nunca esperamos consideração. Mas quando este reconhecimento chega, nos parece ter a certeza que demos o nosso melhor. Somente posso dizer: A nossa eterna gratidão a todos os brasileiros e que Deus continue nos dando saúde e sabedoria”, congratulou Borborema.

 

1500

De 02 a 10 de julho de 2022, Athylla Borborema lançou na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a sua nova obra “1500 – O Brasil a partir da Foz do Rio Cahy”, livro que resgata a história do descobrimento do Brasil num texto cronológico e comovente, repleto de casos pitorescos e apresentado sob um novo ângulo, onde faz o leitor enxergar as etapas daquela aventura lusa, até a chegada dos portugueses à Foz do Rio Cahy, passando pelas missões promovidas por eles em Porto Seguro e Coroa Vermelha, também homenageia os 100 anos da 1ª Semana de Arte Moderna de São Paulo e os 200 anos da Independência do Brasil. O valor histórico e literário da Carta de Pero Vaz de Caminha sobre nossas origens é o topo do tema do livro de Athylla Borborema. O autor trabalhou minuciosamente durante 22 anos para concluir a obra, uma ideia que lhe movia desde a adolescência.

“Por muito tempo, nossa História foi contada sob a economia de nomes, datas, alcances e locais e, esta obra, que pretende ser relevante para os brasileiros no resgate da historiografia do país, celebra o grande valor histórico da região litorânea do extremo sul da Bahia, onde se deu o primeiro contato da tripulação de Pedro Álvares Cabral com os indígenas brasileiros ao cair da tarde daquela quarta-feira do dia 22 de abril de 1500”, ressalta Athylla Borborema. A importância do livro “1500” e da literatura do autor, também foi reconhecida no evento cívico comemorativo, em Brasília, com a outorga do Certificado de Honra ao Mérito alusivo ao centenário da 1ª Semana de Arte Moderna de São Paulo, Certificado de Honra ao Mérito em tributo à memória de sua majestade imperial Dom Pedro-I e o Título de Chanceler da Cultura Nacional.

Literatura

Athylla Borborema é um jornalista, radialista, publicitário de formação, escritor brasileiro, roteirista e um documentarista contador de histórias, com mais 100 curtas e três longas na trajetória, nascido no balneário de Cumuruxatiba, no litoral norte do município de Prado/Bahia. Mestre e doutor em jornalismo científico e com mais de 30 livros publicados, Athylla Borborema é hoje considerado um dos autores mais inovadores e originais de seu tempo, outorgado 4 vezes com o título Doutor Honoris Causa por Universidades Públicas Brasileiras, pelo Ministério das Relações Exteriores e pela Organização das Nações Unidas.

Desde cedo o baiano Athylla Borborema demonstrou inclinação para as artes, sendo considerado um menino-prodígio. Aos 9 anos de idade sinaliza gostar do caminho comum das palavras e escreveu a sua primeira poesia com a qual venceu o seu primeiro concurso poético na Escola Municipal Duque de Caxias de Itamaraju, ganhando como prêmio de 1º lugar, o livro “O meu Pé de Laranja Lima” de José Mauro de Vasconcelos. Aos 9 anos ele já queria se tornar escritor e já sonhava em escrever um livro com a mesma inocência com que as crianças fabricam seus navios de papel.

Trajetória

Aos 12 anos, foi vítima da ditadura militar ao lado do seu pai, o episódio lhe rendeu traumas, revoltas e mais ainda inspirações. Fez das suas dores da infância uma obra de arte, trilhando um caminho de sonhos e superação. Aos 19 anos, ainda como estudante de jornalismo da UFBA - Universidade Federal da Bahia, comandou perigosos movimentos públicos na busca por prisões e condenações de quadrilhas e políticos que calavam a bala profissionais de imprensa no pleno exercício da profissão no Estado e, por 15 anos militou no SINJORBA - Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia. Aos 22 anos de idade, em 1993, publica o seu primeiro livro “Amor à Paz”. E, no ano seguinte, em 1994, lança seu primeiro literato policial “Tiro e Dor em Silêncio” e é ainda autor de “Infância Violentada” livro reportagem de 1997 que reúne uma série de crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes no nordeste do Brasil.

O Rádio

Por sinal, Athylla Borborema começou sua carreira como repórter policial e passou pelas mais importantes emissoras de radiodifusão de Salvador e do extremo sul baiano. Ao longo de três décadas atuando no rádio da Bahia, além das suas histórias cômicas e as fascinantes histórias contadas em forma de novelinhas, um dos seus jargões mais conhecidos, é sem dúvidas: “E sua vida agora rapaisss...!”, uma das frases mais populares do Estado quando se trata de jornalismo policial e que Borborema lançava no estilo “malanduria” da cultura carioca sempre no encerramento de uma entrevista com um marginal que havia sido preso pela polícia pela prática de qualquer barbaridade no mundo do crime, cujo jargão, é até hoje muito bem lembrado e repetido por baianos, capixabas e mineiros. A sua vinheta mais adorável que também ficou bastante popular quando se referia ao seu populismo no rádio, foi a versada: “Líder do ibope e rei da comunicação, Athylla Borborema o maior amor da região”.

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