O palanque do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, para continuar no reinado foi, sem dúvida o ‘estômago’ de milhões de pobres incultos, na sua maioria oriundos do nordeste brasileiro. A impureza misturada à clareza de fatos contundentes e provados de aleivosos tornou cega a maioria da nossa nação. Que digamos em latim da era imperial, língua que se mistura ao nosso, (mais parecido um enigma), o português, ‘in fraudem legis’ (fraudando leis), para explicar o quanto sofremos nos últimos anos, em que esperávamos com a vitória de Lula e do seu tão famigerado PT, uma nova era; uma era de progresso, de fartura, especialmente no que temos de melhor; a agropecuária.
Esperávamos aumento real de emprego e renda, que os ‘sem terras’ não mais existissem, assim como os ‘sem tetos’. Mas, infelizmente o que vimos foi um assistencialismo sem precedente. Tudo bem, tem que amenizar o sofrimento da grande maioria que passa fome em todo o país. Porém, deveria isso, ter sido feito promovendo a desigualdade social, gerando dignidade ao ser humano, onde os pais e mães de famílias de todo o Brasil arcassem com suas despesas com renda proveniente de emprego e não recebendo de graça tantos benefícios sociais que hoje são disponibilizados pelo governo federal. O que nos leva crer que tudo não passou de angariação de votos para um segundo mandato para o atual presidente.
A falta de conhecimento e maturidade política da maioria da população ficou provada, quando, a cada escândalo envolvendo o governo Lula, mais aumentava sua vantagem sobre seus oponentes. Mensalão, dossiê, aumento mínimo do PIB, crescimento econômico, que é isso? O importante para a grande maioria que votou em Lula é a barriga cheia às custas de quem paga altos impostos (Uma das mais altas cargas tributárias do planeta) para manter uma pequena empresa.
PETI, Bolsa Família, Vale Gás, Bolsa Escola e tantos outros matem milhões de famílias onde uma grande maioria viciou a não trabalhar, e o que é pior; em alguns casos, casais procuram aumentar o número de filhos para, consequentemente, aumentar seus rendimentos sociais. Um absurdo!
No seu segundo mandato espera-se que o presidente reeleito repense sua política de geração de emprego. Que dê oportunidades para as pequenas e médias empresas que são as maiores empregadoras do país, com linhas de créditos mais em conta e com menos burocracia. Que a agricultura e pecuária volte a serem o que já foram no passado, estimulando o homem do campo a permanecerem em seus lugares evitando o maldito êxodo rural. Que a reforma tributária seja feita, assim como a política e judiciária. Que o enxugamento da Máquina Pública seja promovido com urgência. Que a malha viária receba as melhorias de que tanto necessitam. Menos propaganda, mais ação, é o que espera a sociedade mais consciente do país no segundo governo do presidente Luiz Inácio lula da Silva. Ah, tem ainda a corrupção que precisa ter fim, caso contrário, nada do que esperamos acontecerá.