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O Colégio Othoniel Ferreira, de Itagimirim, foi o palco de uma exposição de cunho social organizada pelos professores e estudantes, no dia 13 de novembro, das 08:30h às 17:00h. Com o tema Oito Maneiras de Mudar o Mundo, professores e estudantes de 5ª a 8ª séries mobilizaram a escola na discussão sobre o que foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas - ONU e mais 191 países, como meta até 2015, pra erradicar do planeta flagelos da raça humana, a exemplo da forme e da violência.
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mudar o mundo, as seguintes metas: Erradicar a extrema pobreza e a fome; Atingir o ensino básico universal; Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres; Reduzir a mortalidade infantil; Melhorar a saúde materna; Combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças; Garantir a sustentabilidade ambiental e Estabelecer uma Parceria Mundial para o Desenvolvimento. Os objetivos devem ser adaptados às realidades social e cultural de cada país.
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Pereira dos Santos, a idéia surgiu da necessidade de: “trazer para os estudantes algo diferente com o que eles possam fazer uma interpretação mais abrangente do mundo em que vivem”. O tema abordado pelos estudantes da turma de Rubens foi o desenvolvimento tecnológico. A sala de aula foi transformada em uma galeria onde objetos do passado, como: ferro à brasa; telefones de disco; vitrolas e televisor monocromático se contrapõem a telefones celulares; aparelhos de CD e televisor policromático de tela plana. O professor ressaltou o apoio das Secretarias da Educação e da escola, com o fornecimento de alguns materiais. “A participação foi geral e cada um trouxe um pouco de coisas de suas casas”, acrescentou Rubens.
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observar a transformação tecnológica durante os tempos, mas também ficou preocupado com o acelerado processo de produção de bens de consumo sem a preservação com o meio ambiente. “Isso vai acabar prejudicando a todos nós”, afirmou Leandro.
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aula em exposição de protesto e esperança. De um lado, uma árvore seca e ornada com garrafas e sacos plásticos, compunha com a representação feita em feltro azul, de um rio poluído. O impacto social causado pela degradação ambiental teve como cenário um barracão de lona preta, desses utilizados pelos trabalhadores rurais sem terra, pelos atingidos por barragem e pelos expulsos por empreendimentos da monocultura de eucalipto. A esperança vinha de dois estandes. O primeiro, uma representação da floresta Amazônica feita pelas alunas Rayane e Laiane, com palha, folhas e árvores de isopor, que chamaram a atenção para o cuidado com a água. O segundo, uma mesa repleta de utensílios domésticos, brinquedos e artesanatos feitos de alumínio, plástico e papel; encontrados no lixo e transformados pelas alunas Ágata e Larissa.
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realizar a exposição. Par ela, o papel do professor é sacudir e despertar o estudante que ainda dorme passivamente. “O poder para transformar o ser humano e a sociedade ainda se encontra nas mãos da educação”, acrescentou Nilsângela.
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Enfermeira do PSF I, Ullman Vieira, que participou da exposição na sala da Professora Janete. “Fiquei admirada com o nível de informação dos jovens, pois foram eles que apresentaram as palestras e se mostraram muito bem informados sobre gravidez e DST/Aids”, explica Ullman.
Matéria e fotos enviada pela assessoria de comunicação da prefeitura e Itagimirim
Fonte/Autor: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Itagimirim