.gif)
Por: Bento Quinto
O Congresso Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), edição 2017, iniciado na última segunda-feira, (12), encerrou-se na sexta feira em Brasília (DF), onde funciona a sede da instituição. Federações de trabalhadores de todos os estados como a FETAG da Bahia, enviaram delegados e delegadas que representam os interesses dos trabalhadores rurais sem terras, dos trabalhadores rurais assalariados e dos produtores da Agricultura Familiar.
Além de discussões sobre política fundiária, financiamento da produção, também, os congressistas discutem as reformas da CLT (legislação trabalhista) e da Previdência Social do Governo Temer (PMDB), situação considerada extremamente delicada por todos os movimentos trabalhistas do País.
Segundo Wellington Santos, presidente da CASESB e dirigente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) do Município de Itabela (BA), cerca de 80 mil manifestantes ligados aos movimentos sociais de luta pela terra fizeram grande protesto na Capital da República, repudiando o que chamam de “fim das aposentadorias e dos direitos dos trabalhadores consolidados na Legislação (CLT)”. Maria Cristina Vitória da Silva, titular da secretaria de mulheres da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura (FETAG) da Bahia, diz que o clima é de insatisfação geral com o governo ilegítimo do Michel Temer (PMDB) que, no auge de uma crise política e econômica amargada pela Nação, ainda agrava tudo com as “pseudos reformas” já amplamente divulgadas, mas que exigem debates acalorados das massas trabalhadoras e uma tomada de posição.
Tico Lisboa, secretário de política agrária da FETAG e presidente do STR de Eunápolis, dará um resumo geral deste Congresso que visa, acima de tudo, fortalecer o homem do campo.