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Do UOL, em São Paulo
A polícia invadiu no início da tarde desta segunda-feira (segundo o horário de Brasília, madrugada de terça no horário local) o café onde cerca de 40 pessoas eram mantidas reféns em Sydney, na Austrália, e pôs fim ao sequestro que já durava mais de 17 horas. Pelo menos duas pessoas morreram, segundo a rede "CNN" e outras três ficaram feridas. Um dos mortos seria o sequestrador, segundo a "Sky News".
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Ouviu-se um barulho de explosão dentro da cafeteria e, em seguida, cinco pessoas pessoas saíram correndo do café Lindt.
A polícia confirmou que foram disparados tiros e granadas dentro do local. Imagens de TV mostram que algumas macas eram usadas para retirar vítimas com urgência.
Segundo a rede australiana "9 News", o sequestrador é o clérigo radical iraniano Man Haron Monis.
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Nascido Manteghi Bourjerdi, ele se mudou do Irã para a Austrália em 1996, onde trocou de nome e adotou o título de xeque.
Ele ganhou atenção na mídia por uma campanha de ódio que fez contra a presença de militares australianos no Afeganistão. Ele enviou dezenas de cartas aos familiares de soldados mortos no Afeganistão.
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Em abril deste ano, Monis foi acusado de molestar sete mulheres durante seu trabalho como líder espiritual. Em outubro, novas denúncias apareceram. Ele saiu da prisão sob fiança e deveria comparecer a julgamento em fevereiro do ano que vem. (Com agências internacionais)
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