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O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, preso pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato, zombou dos brasileiros ao usar o direito de ficar calado na audiência da CPI mista, que apura o esquema de corrupção envolvendo a estatal de petrolífera. O silêncio de Costa já era esperado.
O líder do DEM na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE), afirmou que "lamentavelmente o Brasil assiste a mais um caso gravíssimo de corrupção envolvendo a gestão do PT". "Uma empresa orgulho para povo brasileiro se transformou numa casa de negócios, num organismo para financiar de forma ilegal partidos políticos", criticou.
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O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) disse que a população quer saber quem são os nomes de quem "assaltou" a Petrobras. "A agilidade nisso é para atender o sentimento da nação e descobrir quem são esses marginais antes da eleição", afirmou.
Desde o dia 29 de agosto, Costa tem prestado depoimentos à Justiça Federal do Paraná nos quais revela o envolvimento de políticos no esquema de recebimento de propina em contratos da estatal no período em que foi diretor (2004-2012). A oposição vai tentar no STF obter os depoimentos do ex-diretor da Petrobras.