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Por: Teoney Guerra
Um levantamento por georeferenciamento que está sendo feito pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) na microrregião de Eunápolis, para identificar as áreas de plantio de mamão, está revelando a existência de muitas novas plantações de café.
Isso ocorre porque o mamão é uma cultura temporária, que é plantada num terreno a ser ocupado com outra permanente. E nesta microrregião, a preferência é pelo conilon.
Informação prestada por Melquíades Spínola, servidor da ADAB e responsável por esse levantamento, dá conta de que, de trinta novas áreas já georeferenciadas, pelo menos 26 têm plantios de café. “Essas informações são ainda pouco consistentes, pois esse trabalho está ainda no início, mas, indicam uma tendência”, alerta Melquíades.
O aumento dos plantios da variedade conilon é confirmado por dados da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC). Nos últimos três anos, os projetos de investimentos elaborados pelo órgão, visando o custeio e financiamento de novos plantios de café são a maioria dos projetos e somam cerca de 800 hectares, além de recursos superiores a R$ 2 milhões. Porém, Antônio Carlos Cunha Santos, agrônomo, e encarregado do Núcleo Regional da Ceplac, salienta que esse dado é pouco significativo, uma vez que a maioria dos cafeicultores faz os plantios com recursos próprios. “Os investimentos com recursos próprios são muito superiores”, assegura o servidor da Caplac.
Os sindicatos dos produtores rurais de Eunápolis e Itabela também confirmam o crescimento da área de plantio do grão na microrregião a cada ano, porém, não dispõem de dados sobre o setor. O único parâmetro que há, sobre a área da cafeicultura na microrregião é levantado por Antônio Carlos, que afirma que a área plantada com café na microrregião de Eunápolis – incluindo o município de Itamaraju, que para o órgão, faz parte da regional de Eunápolis -, pode ser estimada em 20 mil hectares. Um levantamento por georeferenciamento que está sendo feito pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) na microrregião de Eunápolis, para identificar as áreas de plantio de mamão, está revelando a existência de muitas novas plantações de café.
Isso ocorre porque o mamão é uma cultura temporária, que é plantada num terreno a ser ocupado com outra permanente. E nesta microrregião, a preferência é pelo conilon.
Informação prestada por Melquíades Spínola, servidor da ADAB e responsável por esse levantamento, dá conta de que, de trinta novas áreas já georeferenciadas, pelo menos 26 têm plantios de café. “Essas informações são ainda pouco consistentes, pois esse trabalho está ainda no início, mas, indicam uma tendência”, alerta Melquíades.
O aumento dos plantios da variedade conilon é confirmado por dados da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC). Nos últimos três anos, os projetos de investimentos elaborados pelo órgão, visando o custeio e financiamento de novos plantios de café são a maioria dos projetos e somam cerca de 800 hectares, além de recursos superiores a R$ 2 milhões. Porém, Antônio Carlos Cunha Santos, agrônomo, e encarregado do Núcleo Regional da Ceplac, salienta que esse dado é pouco significativo, uma vez que a maioria dos cafeicultores faz os plantios com recursos próprios. “Os investimentos com recursos próprios são muito superiores”, assegura o servidor da Caplac.
Os sindicatos dos produtores rurais de Eunápolis e Itabela também confirmam o crescimento da área de plantio do grão na microrregião a cada ano, porém, não dispõem de dados sobre o setor. O único parâmetro que há, sobre a área da cafeicultura na microrregião é levantado por Antônio Carlos, que afirma que a área plantada com café na microrregião de Eunápolis – incluindo o município de Itamaraju, que para o órgão, faz parte da regional de Eunápolis -, pode ser estimada em 20 mil hectares.